
Nove organizações não-governamentais lançam nesta quarta (3 de outubro de 2007), em Brasília (DF), o Pacto Nacional pela Valorização da Floresta e pelo Fim do Desmatamento na Amazônia. A proposta, inédita, é estabelecer um amplo compromisso entre diversos setores do governo e da sociedade brasileira que permita adotar ações urgentes para garantir a conservação da floresta Amazônica. A iniciativa ressalta o papel fundamental da Amazônia na manutenção do equilíbrio climático, conservação da biodiversidade e preservação do modo de vida de milhões de pessoas que dependem da floresta para sobreviver.O Pacto pressupõe o estabelecimento de um regime de metas anuais de redução progressiva da taxa de desmatamento da Amazônia, que seria zerada em 2015. Para isso, as ONGs estimam serem necessários investimentos da ordem de R$ 1 bilhão por ano, vindos de fontes nacionais e internacionais. A proposta prevê a criação de um fundo para gerir os recursos, que se destinaria a compensar financeiramente aqueles que promoverem a redução efetiva do desmatamento e também ao pagamento de serviços ambientais prestados pela floresta.
Segundo as ONGs, os incentivos econômicos seriam voltados para o fortalecimento da governança florestal (monitoramento, controle e fiscalização; promoção do licenciamento rural e ambiental para propriedades rurais; criação e implementação das unidades de conservação e terras indígenas), para otimizar o uso de áreas já desmatadas e compensar financeiramente os atores sociais responsáveis pela manutenção das florestas (povos indígenas, comunidades locais, populações tradicionais, agricultores familiares e produtores rurais).
Até 2006, cerca de 17% da floresta Amazônica já haviam sido destruídos. Além de provocar o empobrecimento acelerado da biodiversidade, com impactos diretos no modo de vida de milhões de pessoas que dependem da floresta para sobreviver, o desmatamento é também uma importante fonte de emissão de gases do efeito estufa, que contribui para acelerar o aquecimento global. Os desmatamentos e queimadas, principalmente na Amazônia, tornam o Brasil o 4o maior poluidor mundial do clima.
Fonte: WWF-Brasil
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Muitos cientistas consideram o relatório ainda muito conservador, pois ainda não há um modelo que consiga estimar o declínio atual do gelo ártico ainda.
“We now have official confirmation that the largest living land predator is going to go extinct in our lifetime” (mau e porcamente: Agora nós temos uma confirmação oficial que o urso polar está caminhando para a extinção), disse Dr Neil Hamilton, diretor do WWF Arctic Programme.
Modelos aprensentados mostram que os ursos polares dependem do gelo ártico para sua sobrevivência, pois é nas plataformas de gelo que encontram sua fonte de alimentação primária. Infelizmente os estudos também mostram que as geleiras estão diminuindo cada vez mais devido aos problemas climáticos.
Com base na complexidade geográfica e hidrológica do rio, e na definição oficial de extinção IUCN (União Internacional para Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais), a Rede WWF e diversos cientistas concordaram que a espécie estaria “funcionalmente extinta”, mas que ainda era muito cedo para ter sua extinção declarada.
“O aparecimento do baiji provou que nossa preocupação procedia e se apresenta como uma última esperança para a salvação da espécie, com medidas mais fortes, disse o Dr. Zhu Jiang, do WWF-China. “O WWF chama por esforços conjuntos imediatos para garantir um habitat para este maravilhoso animal, uma espécie que indica as condições de saúde do Rio Yangtze.
O WWF está ativamente envolvido na proteção de cetáceos e seus habitats no Yangtze. “Uma estratégia plural envolvendo várias áreas como agricultura, recursos hídricos, transporte, proteção ambiental e saneamento, deveria ser aplicada para reduzir a interferência do ser humano e proteger os cetáceos fluviais”, disse Zhu.
No ano passado, o WWF trabalhou em conjunto com outras áreas para definir um esboço de estratégia de proteção e um plano de ação para aumentar a capacidade de proteção de reservas naturais.
“As estratégias de proteção e o plano de ação serão implementados dentro do programa WWF-HSBC para conservação do baiji e do Yangtze, juntamente com os diversos setores interessados”, concluiu o especialista.
O velejador multicampeão Lars Grael foi anunciado oficialmente como Embaixador das Águas do WWF-Brasil, ontem (26/8) durante cerimônia de encerramento do Campeonato Brasileiro de Vela Classe Star, no Iate Clube de Brasília, Grael recebeu o convite durante o Campeonato do VII Distrito Classe Star, realizado em Brasília (DF) no ano passado e também apoiado pelo WWF-Brasil.
Bom, na verdade a história do WWF no Brasil começou deveras antes de 1996, mais exatamente em 1971, quando a rede inciou seu trabalho apoiando os primeiros estudos feitos sobre um desconhecido primata ameaçado de extinção do Rio de Janeiro; trabalho este que futuramente iria se tornar o
Até o ano de 1989, diferentes organizações da rede WWF financiavam diretamente projetos desenvolvidos por instituições ou estudantes e pesquisadores brasileiros. Porém, com a proporção que o suporte técnico-financeiro tomou, foi necessário a criação de um escritório de representação; isso aconteceu no ano de 1990 com a contratação do biólogo Dr. Cléber Alho, que ficou responsável pelo mais novo escritório da organização na cidade de Brasília, que todavia era mantida pela WWF-EUA. Em 1993, para dar mais agilidade ao trabalho, foi nomeado o primeiro diretor do escritório, o biólogo Eduardo Martins.


































